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Na ONU, EUA ameaçam responder ataque químico na Síria com ação unilateral

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Na ONU, EUA ameaçam responder ataque químico na Síria com ação unilateral

Os Estados Unidos ameaçaram nesta quarta-feira (5) com uma ação unilateral caso a ONU não responda de forma adequada ao suposto ataque químico na Síria, que deixou 72 mortos.

“Quando as Nações Unidas fracassam consistentemente em sua tarefa de atuar de forma coletiva, há momentos na vida dos estados em que nos vemos impulsionados a atuar por conta própria”, declarou a embaixadora americana na ONU, Nikki Haley.

O Conselho de Segurança da ONU começou nesta quarta-feira sua reunião sobre o suposto ataque com armas químicas na Síria, que deixou dezenas de mortos, incluindo crianças.

Reino Unido, França e Estados Unidos apresentaram um rascunho de resolução pedindo uma investigação exaustiva do ataque em uma localidade rebelde na província de Idlib, mas a Rússia, firme aliada do governo de Bashar al-Assad, afirmou que o texto era “categoricamente inaceitável”.

“O texto apresentado é categoricamente inaceitável. Seu defeito é antecipar os resultados da investigação e assinalar culpados”, afirmou a porta-voz do ministério das Relações Exteriores russo, Maria Zakharova.

Zakharova denunciou ainda que se engendra um “projeto contra a Síria”, o que poderá agravar ainda mais a situação.

Também nesta quarta-feira (5), o Ministério da Defesa da Rússia disse que a contaminação de gás venenoso ocorrida na cidade síria de Khan Sheikhoun foi resultado de um vazamento de gás de um depósito de armas químicas dos rebeldes atingido por ataques aéreos do governo sírio.

“Na terça-feira, das 11h30 às 12h30 do horário local, a aviação síria realizou um ataque a um grande depósito de munições dos terroristas e a uma concentração de equipamentos militares nos arredores do leste da cidade de Khan Sheikhoun”, informou o porta-voz do Ministério da Defesa russo, Igor Konoshenkov.

“No território do depósito havia oficinas que produziam munições de guerra química”, destacou Konoshenkovm acrescentando que as munições químicas foram usadas pelos rebeldes em Aleppo no ano passado.

G1

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