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O tripé econômico atual

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O tripé econômico atual

Em meio às turbulências politicas, referentes a atos corruptivos, o governo Michel Temer na área econômica tem apresentado e conseguido desenvolver ações que se traduzem em bons índices econômicos, como redução da inflação, perspectivas de crescimento da economia e redução da taxa básica de juros (Selic).

O banco central ou o próprio governo trabalha com o que se denomina chamar sistema de metas de inflação, onde as politicas econômicas são traçadas e planejadas com o objetivo de direcionar os índices inflacionários a uma meta estabelecida pelo os responsáveis da politica econômica, meta esta, que se julgue ser consideravelmente amena, principalmente aos consumidores.

Atualmente o governo trabalha com uma meta de 4,5 ao ano, no entanto dar-se uma margem de 1,5 a mais/a menos, ou seja, os índices de inflação podem giram em torno de 6% e 3%, sendo que persegue-se o centro da meta que é de 4,5. Hoje os analistas econômicos estima que ao final de 2017 a inflação estará beirando os 3,14%, bem abaixo da meta central.

Sabe-se que a inflação atinge diretamente a população sem distinção de classes, embora seja mais sentida pelas as que têm baixa renda, dessa forma, manter a inflação em índices consideráveis, possibilita retomada do poder de compra, de uma maior parcela da população. Apesar das frequentes altas nos preços dos combustíveis e que reflete sobre o IPCA (Índice de preços ao consumidor amplo), o preço dos alimentos, produtos que compõem a cesta básica, tem contribuído para manter a inflação próxima da meta.

Para o PIB (Produto Interno Bruto), que é a soma de tudo que é produzido por uma nação no período de um ano, os agentes econômicos diante de dados numéricos apresentados pelos órgãos responsáveis por medir o desempenho de todos os setores da economia, fazem interpretações positivas para o ano corrente, no tocante a recuperação econômica do pais, ante dois anos de recessão, estima-se que o país voltara a crescer economicamente.

Segundo dados apresentados pelo portal Brasil e elaborado pelo Banco Central, conclui que o Brasil deve crescer em torno de 0,60% neste ano de 2017, significa dizer que houve crescimento da produção, novos investimentos, e consequentemente se traduz em geração de empregos.

A taxa básica de juros (A Selic), e decidida pelo comitê de politica monetária (Copom), que é composto por técnicos do banco central, que se reúnem trimestralmente ao ano, por período de dois dias, para analisar a situação econômica do país, e consequentemente decidir sobre manter, aumentar ou diminuir a Selic.

É a partir dessa taxa, que os bancos tomam como referencia para conceder e elaborar politicas de financiamentos, obviamente com implicâncias diretas sobre as decisões da classe empresarial de fazer financiamentos, claro, para realizar novos investimentos ou readequar os já existentes.

Na ultima reunião do corrente ano, o Copom baixou a taxa básica de juros para 8,25%, a mesma se encontrava no patamar de 9,25%, no que, para analistas financeiros, contribui para retomada de novos investimentos, como resultado aumento nos índices de geração de empregos e perspectivas de maior crescimento econômico no ano vindouro.

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