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Lula e o destino político do Brasil, segundo pesquisa IBOPE

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Lula e o destino político do Brasil, segundo pesquisa IBOPE

A pesquisa estimulada IBOPE para presidente da república nas eleições 2018 apresentou em seu “Cenário 1” os seguintes nomes: Lula (PT) – 35%; Jair Bolsonaro (PSC) – 13%; Marina Silva (Rede) – 8%; Geraldo Alckmin (PSDB) – 5%; Luciano Huck (DEM) – 5%; João Doria (PSDB) – 4%; Ciro Gomes (PDT) – 3%; Álvaro Dias (Podemos) – 2%; Chico Alencar (PSOL) – 1%; Ronaldo Caiado (DEM) – 1%; João Amoêdo (Novo) – 0% – e Henrique Meirelles (PSD) – 0%.

A esquerda somou 39% das intenções de voto: Lula (PT) 35%; Ciro Gomes (PDT) 3% e Chico Alencar (PSOL) 1%.

A direita somou 28%: Jair Bolsonaro (PSC) 13%; Geraldo Alckmin (PSDB) 5%; Luciano Huck (DEM) 5%; João Doria (PSDB) 4% e Ronaldo Caiado (DEM) 1%.

O centro somou 10%: Marina Silva (Rede) 8% e Álvaro Dias (Podemos) 2%.

Brancos e nulos somaram 18%, enquanto indecisos somaram 5%, totalizando 23%.

O “Cenário 2” da pesquisa apontou que, sem Lula, o embate seria entre Jair Bolsonaro e Maria Silva, uma vez que ambos empataram com 15%, seguidos por Luciano Ruck 8%; Ciro Gomes 7%; Geraldo Alckmin 7%; João Dória 5%; Álvaro Dias 3%; Henrique Meirelles 1%; Fernando Haddad (PT) 1%; Ronaldo Caiado 1%; Chico Alencar 1% e João Amoêdo 1%.

Brancos e nulos aumentariam somando 28%, enquanto indecisos chegariam aos 6%.

Seguindo o norte da pesquisa podemos avaliar que, com Lula no páreo, a esquerda goza de favoritismo até mesmo em um cenário de 2° turno no qual fossem somados à direita os 10% das intenções atribuídas ao centro no cenário de primeiro turno (suposição utópica).

Desta forma, o destino político do Brasil passa pelo ex-presidente Lula que representa 90% do potencial de votos da esquerda.

Com Lula fora do páreo (o que é possível acontecer), a realidade tende a ser outra extremamente diferente, de forma que o “Cenário 2” nos leva para um 2° turno de resultado imprevisível, onde as opções seriam Jair Bolsonaro e Marina Silva.

O que fica claro é que, sem Lula, o eleitorado da esquerda se desencanta em relação ao PT e se divide entre Ciro Gomes (PDT) e Marina Silva (Rede).

Observa-se ainda que, em um eventual segundo turno, também sem Lula, onde as opções fossem Jair Bolsonaro e Marina Silva, a tendência do eleitorado de Doria, Alckmin, Ruck e de outros nomes da direita seria votar em Bolsonaro, preterindo assim Marina, que por sua vez teria o apoio de Lula, de Ciro e da esquerda como um todo.

Daí o Lula como um divisor e a imprevisibilidade do resultado de um cenário sem ele.

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Profissional de mídias eletrônicas, do rádio e da comunicação impressa desde 2005.

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