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O Brasil, o sistema ou o comunismo? 

Pinga Fogo

O Brasil, o sistema ou o comunismo? 

Em muitos momentos das nossas vidas precisamos nos posicionarmos diante de situações e fazermos opções. O desejo de cada um de nós obviamente é acertarmos em nossas escolhas. Quando é chegado este momento na política o primeiro ponto para o qual devemos atentar é: as opções que a maioria fizer, democraticamente, sejam elas quais forem, para os Poderes legislativos ou executivos, no âmbito municipal, estadual ou federal, devem ser respeitadas e, de forma positiva ou negativa, influenciarão nossas vidas por pelo menos quatro anos.

Quando fazemos escolhas erradas, seja por emoção, por paixão político-partidária, por falta de conhecimento, motivados por corrupção, por necessidades urgentes (como fazem muitos daqueles que se encontram em situação de miséria), ou mesmo por mera irresponsabilidade, já que os cidadãos e cidadãs irresponsáveis existem e estão por toda parte, consequentemente o precioso tempo compreendido entre uma eleição e outra é desperdiçado. Deixamos de fazermos mudanças, de obtermos conquistas importantíssimas para o contexto coletivo e, as vezes, até retrocedemos.

No Brasil a situação é tão crítica no campo político que, geralmente, maioria das opções que se apresentam com viabilidade de êxito nos processos eleitorais possuem perfis que não correspondem as nossas expectativas, de forma que, ao final do processo, resta-nos optarmos pelos menos ruins, embora conscientes de que o resultado futuro de tais escolhas não serão significativos.

Exemplos

Em 2014, para o 2° turno da eleição presidencial nos restaram como opções a então presidente Dilma Rousseff (PT) – que já havia fracassado em seu primeiro mandato ao suceder Lula – e o tucano dissimulado Aécio Neves (PSDB), que quase enganou esta Nação e posteriormente foi flagrado em um ato criminoso o qual resultou num escândalo que o revelou um indivíduo inescrupuloso.

Ainda em 2014, para o 2º turno da eleição ao governo do Rio Grande do Norte nos restaram como opções o então vice e atual governador Robinson Faria (PSD) e o então deputado federal Henrique Eduardo Alves (MDB). Uma vez que Henrique representava um ‘acordão’ de oligarquias, não tinha experiência administrativa e já se encontrava envolvido em escândalos de corrupção, foi fácil para Robinson enganar a maioria que decidiu elegê-lo. O resultado é o desastre administrativo que o Estado vive atualmente.

Para os Poderes legislativos estaduais e federais, em 2014 a renovação foi pífia. Em maioria se reelegeram abastados do dinheiro sujo do chamado ‘Petrolão’ e de outros esquemas de corrupção desvendados pela Operação Lava Jato, logo após as eleições, os quais resultaram no impeachment da então presidente Dilma – reeleita – e na prisão do ex-presidente Lula e de vários outros figurões da política e do setor empresarial nacional. Situação que jogou o País no maior caos da sua história pós-redemocratização.

Nova oportunidade

Neste novo momento de decisão, após quase quatro anos de grande crise política e econômica, de desemprego, de sofrimento da população mais humilde – situação que pode se agravar a depender das escolhas que fizermos esse ano e de outros fatores -, quando ainda estamos caminhando para o 1º turno das eleições, o que já é possível enxergarmos?

No Rio Grande do Norte o que vemos é o angustiante fim da vida política do atual governador Robinson Faria (PSD) – consequência da sua incompetência -; uma polarização entre a senadora Fátima Bezerra (PT) e o ex-prefeito de Natal, Carlos Eduardo Alves (PDT) para o governo do estado; a expectativa de eleição do outsider Capitão Styvenson (REDE) para o Senado Federal; e uma verdadeira incógnita quanto às disputas para a Assembléia Legislativa e para a Câmara Federal. Fátima Bezerra, que dificilmente terá pulso para contornar a situação caótica em que se encontra o Rio Grande do Norte, pode vencer logo no 1° turno. Temos opções interessantes como Brenno Queiroga (SD) e Freitas Júnior (Rede), mas, infelizmente, a população parece não enxergá-los no pleito.

Já na corrida presidencial o que temos é: um ex-presidente (Lula/PT) condenado, preso por crime de corrupção e inelegível, liderando quase todas as pesquisas, com uma falsa candidatura posta, tentando emplacar seu “cavalo de troia” (Fernando Haddad/PT) e levar adiante seu projeto de poder, que tem como principal objetivo implantar uma ditadura comunista no País; um militar (Bolsonaro/PSL) aclamado por grande parte da população, notadamente honesto, com chance de vencer no 1° turno, embora estrategicamente se encontre isolado pelo sistema corrupto, mesmo considerado radical por muitos e demonizado pela grande mídia nacional pelo simples fato de ser militar e por combater o sistema corrupto que financia essa grande mídia; um candidato do ‘acordão’ (Alckmin/PSDB) dos que querem escapar da Operação Lava (‘centrão’) e continuarem impunes assaltando o País; Ciro Gomes (PDT) tentando atrair gregos e troianos para o seu projeto político com promessas que vão desde retirar 63 milhões de pessoas do SPC em “passe de mágica” a colocar o Judiciário numa “caixinha”, libertar um ex-presidente corrupto e livrar os companheiros da esquerda comunista da Operação Java Jato; Marina Silva (REDE) como a principal figura feminina na disputa, mas que só aparece para discutir os problemas do Brasil de quatro em quatro anos e ora joga com seus adversários e com o sofrido povo brasileiro o jogo do “se colar colou”; entre outras opções, algumas até interessantes como Álvaro Dias (PODE), mas sem chance alguma de êxito.

O Brasil, o sistema ou o comunismo? 

O povo brasileiro está diante de um dos momentos políticos mais importantes da sua história desde o “descobrimento”. Em outubro teremos que escolher entre o Brasil, o sistema corrupto que tomou esse País para si e o comunismo que tem produzido situações desastrosas no mundo, especialmente em países da America Latina. A exemplo cito a Venezuela.

O Brasil está representado pela sua Nação, ora massacrada pela violência, pelo desemprego e pela corrupção. O representante do Brasil nessa disputa presidencial é o Capitão Jair Messias Bolsonaro (PSL) que, aclamado pela Nação brasileira, se dispôs a colocar sua própria vida em risco ao bater de frente com o sistema, com o comunismo e encarar a missão de mudar a realidade desse País.

O sistema está representado pelos partidos do chamado ‘centrão’, entre outros, comandados por políticos notadamente corruptos, implicados na Operação Lava Jato, que se juntaram ao candidato do PSDB Geraldo Alckmin, que com o apoio discreto do atual presidente da República, Michel Temer (MDB), de alguns banqueiros e da grande mídia nacional, tem como missão salvar a pele do maior número de corruptos possível e manter a engrenagem da corrupção a todo vapor.

O comunismo no Brasil tem o ex-presidente Lula como sua grande liderança e, nesta disputa presidencial, o ex-prefeito de São Paulo, Fernando Haddad (PT) como seu “cavalo de troia” – aquele que tem a missão de conduzir a esquerda comunista brasileira ao poder para através do PT esta implementar de uma vez por todas seu verdadeiro plano: uma ditadura comunista. Esse feito também permitiria avanços em planos de poder mais audaciosos da esquerda sob a América Latina, amadurecidos através do Foro de São Paulo e que infelizmente ainda são tratados como “teorias conspiratórias”.

O “mais preparado” ou aquele que realmente quer mudar o Brasil? 

O que também percebemos no atual momento é que milhões de brasileiros ainda não decidiram seu voto para presidente da República. É possível observarmos através de pesquisas e das redes sociais que essas pessoas estão analisando os candidatos e buscando identificar aquele que seria o “mais preparado”.

No entanto, o preparo é importante sim, mas a análise a ser feita deve ser mais profunda. Se faz necessário levarmos em consideração a situação na qual o País se encontra. Precisamos identificar quem e/ou o que de fato levou o País ao caos atual. Quando aprofundamos a análise, percebemos que na verdade não foi FHC, nem Lula, nem Dilma, nem o PSDB nem o PT e nem mesmo o MDB, isoladamente. Quem levou o Brasil ao caos foi o SISTEMA, formado por diversos partidos que mais parecem quadrilhas, os quais, ao longo da pós-redemocratização, se reservaram no poder e praticaram a maior  roubalheira que se tem notícia no mundo.

Precisamos identificarmos e considerarmos qual candidato mais se distancia do maldito sistema, sem deixarmos de atentar também para o risco que representa o projeto de poder do comunismo brasileiro, o qual mencionei acima.

Por que o Bolsonaro está isolado? Porque ele seria “despreparado”? Não! Os motivos já citei acima. Se fosse por Bolsonaro ser despreparado, o sistema não teria abraçado a campanha vitoriosa do “analfabeto” Lula em 2002, não teria reelegido-o em 2006, não teria elegido sua sucessora Dilma em 2010 e muito menos reeleito-a em 2014. Assim fizeram mediante acordos espúrios os quais lhes foram convenientes. ‘Mensalão’ e ‘Petrolão’ não aconteceram por acaso.  O sistema só rompeu com o PT e com a esquerda após a eleição de 2014 porque veio a crise econômica, os recursos ficaram escassos, Dilma tentou buscar outros caminhos para contornar a situação, para isso chegou até a isolar o Lula com seu plano doentio de poder e, posteriormente, fechou as torcerias para os corrutos dos partidos do sistema que ora forma o ‘centrão’, que por sua fez foram atraídos por Temer do MDB para por em prática o impeachment que muitos chamam de golpe.

De nada adianta escolhermos aquele candidato que em tese é o “mais preparado”, quando seu compromisso não é com o BRASIL, com a NAÇÃO, com o POVO, mas sim com o SISTEMA que levou o País a essa situação tão angustiante.

Bolsonaro de fato não é o “mais preparado”, mas outro fato precisa ser levado em consideração: ninguém governa sozinho. Ninguém precisa ser Ph.D em tudo. Prova disso é que o “analfabeto” Lula deu muito certo, enquanto as economias mundial e nacional lhes foram favoráveis. Quem deu errado foi a Dilma, não por ser incapaz de governar o Brasil, mas porque várias circunstâncias inviabilizaram o êxito do seu governo, dentre elas a crise econômica mundial e o fato de ter estado refém do sistema corrupto durante quase que todo o período que esteve na Presidência da República.

Chega de pré-julgamentos! Chega de aceitarmos a manipulação da mídia! Bolsonaro é o ÚNICO com chance real de êxito o qual demonstra compromisso unicamente com o POVO e com a mudança que esse País precisa! Bolsonaro é HONESTO e se cercou de pessoas HONESTAS!

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Profissional de mídias eletrônicas, do rádio e da comunicação impressa desde 2005.

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