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Conheça o terrorista de esquerda que realizou o atentado contra Bolsonaro

Erick Guerra

Conheça o terrorista de esquerda que realizou o atentado contra Bolsonaro

O líder isolado das intenções de voto para Presidente do Brasil, Jair Messias Bolsonaro, foi esfaqueado hoje, na véspera do Dia da Independência do Brasil, durante ato público onde era carregado nos ombros do povo. Com esse atentado, o Brasil entra numa nova era, onde o terrorismo entra no centro da discussão política. Como não poderia deixar de ser, terrorista era um militante de esquerda.

Adélio Bispo de Oliveira, autor do atentado, foi preso em flagrante pela Polícia Federal.

O autor do atentado foi preso em flagrante pela Polícia Federal, identificado e já teve dados relevantes de sua vida levantados. Adélio Bispo de Oliveira, 40 anos, se infiltrou na multidão e conseguiu se aproximar do candidato. Portando uma faca enrolada num pano, de forma covarde,  Adélio Bispo esfaqueou-o na região do abdômen. Por sorte, um cidadão de bem apoiador de Bolsonaro conseguiu desviar o golpe, impedindo o assassino de consumar o crime a contento.

No Facebook, o terrorista Adélio Bispo demonstra ser um esquerdista: suas postagens versam sobre o apoio à ditadura socialista de Nicolás Maduro (Venezuela) e críticas ao que ele chama de “Direita Maçônica”, entre outros temas ligados às elucubrações socialistas. Há postagens mostrando-o nas  conturbadas manifestações petistas “Fora Temer”, trajado de camisa vermelha, cor distintiva das milícias fascistas que usam da violência para fins políticos, como é o caso do MST e do MTST (cujo líder Guilherme Boulos é candidato a Presidente da república pelo PSOL). Adélio Bispo foi filiado ao PSOL entre 2007 e 2014.

Na rede social Tweeter, Paula Zagotti, uma assessora da candidata ao Senado Federal Dilma Roussef (PT), chegou a postar mensagem comemorando o atentado contra Bolsonaro. Dada a repercussão de suas palavras, a militante petista apagou o texto, minutos depois, e postou outra mensagem “se desculpando”.

Não é a primeira vez que Jair Bolsonaro sofre um atentado. Em agosto do ano passado, a militante do PC do B (e ex-candidata a vereadora pelo mesmo partido) Gabrielle Van Pelt atacou Jair Bolsonaro com um ovo. Nos dias que se seguiram ao atentado “simbólico”, o Senador Magno Malta divulgou uma conversa feita pelo aplicativo Whatsapp entre Gabrielle Van Pelt e outro(a) militante de esquerda, onde a jovem de 23 anos declara que planeja matar Bolsonaro com uma facada no peito. Na seqüência do diálogo, o auxílio de uma pessoa do PSOL é oferecido para a realização do crime. Gabrielle pergunta ao interlocutor(a) se o auxiliar seria “gay, mulher ou negro”, numa clara preferência por um criminoso(a) que poderia ter o escudo da vitimização típica do discurso de “direitos humanos” da esquerda. Dias depois desse planejamento, Gabrielle consumou uma versão mais amenizada de seu próprio plano de violência política, ao jogar um ovo em Jair Bolsonaro.

Gabrielle Van Pelt, numa manifestação promovida pelo PC do B e União da Juventude Socialista

Nas eleições presidenciais de 2014, quando sagrou-se vencedora (sob forte suspeita de fraude nas urnas eletrônicas) a chapa Dilma Roussef (PT) e Michel Temer (PMDB), houve também o misterioso caso da queda de avião que matou o candidato Eduardo Campos (PSB), considerado à época um dos favoritos da disputa e forte divisor dos votos da própria Dilma. Boatos insistentes nas redes sociais falaram e falam até hoje de crime político. A morte de Eduardo Campos é um dos fatos mais lembrados dentro das hipóteses de assassinatos políticos recentes no Brasil, junto com o caso Celso Daniel (PT) e o desastre de avião que vitimou o Ministro do STF Teori Zavascki. Em todos os casos citados, o terrorismo de esquerda seria o responsável. Teorias da conspiração? Num país em que um candidato a presidente sofre um atentado homicida à vista de todos, nada é impossível!

O Brasil repudia a violência fascista no campo e nas cidades, disfarçada de “luta social”, bem como atentados homicidas perpetrados por radicais camisas vermelhas. Agora, vamos ver o que nos reserva o futuro.

Imagens: Reprodução

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