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Inquérito aberto por carta anônima em campanha do RN deverá estar entre procedimentos contestados pelo Conselho Nacional do MP

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Inquérito aberto por carta anônima em campanha do RN deverá estar entre procedimentos contestados pelo Conselho Nacional do MP

O inquérito pedindo averiguação das doações de campanha movido contra Carlos Eduardo após divulgação de pesquisa mostrando seu crescimento, principalmente em Natal, causou estranheza. Além da natureza da acusação que teria sido iniciada a partir de uma carta anônima, em plena campanha eleitoral, podendo ter sido entregue até por alguém da equipe de outras candidaturas por mera ilação, o ex-prefeito é também candidato a governador com crescimento exponencial registrado em pesquisa divulgada poucas horas antes do desfecho da suposta carta. O que provoca discussões é a ação ter sido divulgada na imprensa logo após o resultado desse levantamento sobre a expectativa de voto dos norte-rio-grandenses.

Foi noticiado na Folha de São Paulo que o Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) deve apurar possíveis irregularidades na atuação de alguns promotores durante esse período de eleições com intuito de influir nas eleições pelo fato da população não saber distinguir entre um inquérito ou uma acusação. Contra Carlos Eduardo que diferentemente do que se interpreta não está sendo acusado, a justiça poderá negar a suposta acusação por falta de indícios mínimos, ou até mesmo o MP pode sequer fazer alguma acusação se constatar que foi meramente uma carta anônima com cunho eleitoreiro.

A investigação pode recair sobre um promotor substituto da ação em Natal que teria além de tudo ter colocado no site mesmo a aceitação da carta que se transformou em inquérito constar como sob sigilo de justiça. O que o CNMP quer é analisar o tempo decorrido entre os supostos atos e a propositura das ações, com o objetivo de identificar se elas foram aceleradas ou deflagradas no período eleitoral com vistas interferir nas pesquisas e nas eleições . O pedido de averiguação do Conselho Nacional deflagrado pelo Conselheiro Luís Fernando Bandeira de Mello alerta também para o fato de: “praticar atos em atropelo apenas com o objetivo de ganhar holofotes durante o período eleitoral”. A iniciativa de Bandeira de Mello foi noticiada no Jornal Nacional do dia de ontem na Globo.

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