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Lava Jato: Telegram afirma que não há evidência de que sistema foi “invadido”

Foto: José Cruz/Agência Brasil

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Lava Jato: Telegram afirma que não há evidência de que sistema foi “invadido”

O aplicativo de mensagens Telegram revelou nesta terça-feira, 11, que não há evidências de que o sistema de comunicação foi hackeado. A empresa repercutiu o caso envolvendo das trocas de mensagens entre o ex-juiz federal e atual ministro da Justiça, Sergio Moro, e os integrantes da força-tarefa da Operação Lava Jato no Paraná. As conversas foram divulgadas no último domingo, 9, pelo site “The Intercept Brasil”.

Segundo o Telegram, em publicação feita no Twitter, “não há evidência de nenhuma invasão”. “É mais provável que tenha sido malware [uma espécie de vírus] ou alguém que não esteja usando uma senha de verificação em duas etapas”.

O site da empresa de comunicação informa que, ao longo de seis anos de existência, o Telegram não compartilhou dados com terceiros. Além disso, China, Irã e Rússia bloquearam o aplicativo porque não puderam acessar os dados do usuário.

“Nenhuma maneira de minar a criptografia do Telegram foi descoberta, apesar de pesadas tentativas. Os aplicativos do Telegram são de código aberto, o que permite que os pesquisadores verifiquem que não há backdoors”, detalhou a empresa.

O ministro Sérgio Moro também o Twitter para se defender. Ele indicou acreditar que a conta no Telegram havia sido hackeada. Ele disse que, “além de juízes e procuradores, jornalistas também tiveram celulares hackeados pelo mesmo grupo criminoso”.

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