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Prefeitura de Macau participa de audiência pública sobre desapropriações de adutora e vila industrial da Alcanorte

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Prefeitura de Macau participa de audiência pública sobre desapropriações de adutora e vila industrial da Alcanorte

O Instituto Federal do Rio Grande do Norte – IFRN abrigou na tarde desta terça-feira(11/6) um publico especifico em discutir, especialmente, a desapropriação das casas pertencentes à massa falida da Alcanorte, bem como a também desapropriação da adutora, do mesmo grupo. Dentre outros, presentes à mesa estiveram o deputado estadual Francisco do PT, o padre Antonio Murilo, a secretária adjunta da Sethas Josiane Bezerra, o vereador Cláudio Gia e o morador da Vila Industrial Fagner Teodósio.

Convidado pelos organizadores da Audiência Pública, o prefeito Tulio Lemos se fez presente ao ato, participou ativamente da mesa e, em sua fala, demonstrou que vem acompanhando atentamente os movimentos da empresa que administra a massa falida da Alcanorte. Na ocasião, o Prefeito fez a demonstração dos levantamentos efetuados para definir preços para a venda das unidades residenciais da Vila Industrial. “A nossa preocupação com a destinação das casas da Vila Industrial não é de hoje. Desde os primeiros dias de nossa administração mantivemos contato com dirigentes da empresa MVB, nomeada pela justiça do Rio de Janeiro para administrar a massa falida”, cientificou Tulio.

Depois de ouvir alguns dos presentes à Audiência Pública, o Prefeito Tulio falou dos contatos com um dos administradores da massa falida, Fabio Seixas Loureiro e mostrou aos presentes o resultado dos estudos para a avaliação financeira da Vila Industrial, quando focalizou que “mesmo sem ainda ter data definida, a Vila da Alcanorte, encravada em terreno com área superior a 1 milhão e 200 mil metros quadrados, será levada a leilão com as cercas de 250 casas, alojamentos, escola e clube, com o valor de pouco mais de 6 milhões de reais, mas entendemos que uma junção de forças entre o governo do estado, a prefeitura de Macau e os inquilinos viabilize a permanência das casas como propriedade dos atuais moradores”.

Sobre a adutora, cujo litígio se prolonga entre a Caern e a direção da empresa que administra a massa falida, Tulio garantiu que irá mediar entendimento entre as parte no inicio da próxima semana. “Para isso, já fiz contato com Roberto Linhares, presidente da CAERN, e Fabio Loureiro, da Alcanorte, para que encontremos um caminho que atenda aos interesses das partes, principalmente da população macauense”.

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