terça-feira, março 2, 2021

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    Styvenson pede fim do recesso no Senado: “Pauta urgente não pode esperar”

    Em publicação nas redes sociais, senador criticou Congresso por estar em recesso enquanto o país amarga os efeitos da pandemia.

    O senador Styvenson Valentim (Podemos-RN) apresentou um requerimento à Mesa Diretora do Senado pedindo o retorno imediato das atividades da Casa. No documento, o parlamentar potiguar cobra o cancelamento do recesso, que está previsto para se estender até 1º de fevereiro.

    Em publicação nas redes sociais, Styvenson criticou o Congresso Nacional por estar em recesso enquanto o País amarga os efeitos da pandemia do coronavírus. Sem dar exemplos, ele afirmou que deputados e senadores precisam voltar ao trabalho para discutir pautas urgentes.

    “Assinei requerimento pedindo a imediata volta dos trabalhos na Casa para discutir assuntos e pautas urgentes que não podem esperar. Os parlamentares que você elegeu já assinaram esse requerimento? Cobre deles, se acha que é hora de todos se unirem e trabalharem em prol das necessidades urgentes da população. A pandemia não para”, afirmou o senador.

    Styvenson é crítico do presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP). Além de condenar a condução da Mesa Diretora da Casa, o senador do Rio Grande do Norte foi um dos parlamentares que foram à Justiça, no segundo semestre do ano passado, para tentar impedir o atual presidente de buscar a reeleição. No início de dezembro, o Supremo Tribunal Federal (STF) brecou a intenção de Alcolumbre.

    Recesso

    O Congresso Nacional está em recesso desde 23 de dezembro. A previsão é que os trabalhos sejam retomados apenas no dia 1º de fevereiro, dia para o qual está prevista a eleição para as presidências da Câmara dos Deputados e do Senado. Os atuais presidentes, Rodrigo Maia (DEM-RJ) e Davi Alcolumbre (DEM-AP), não podem ser candidatos à reeleição devido a uma vedação constitucional.

    As duas Casas paralisaram as atividades antes de finalizar discussões importantes. Entre as matérias que não tiveram consenso para votação antes do recesso estão, por exemplo, pautas econômicas tidas pelo Planalto como prioritárias e urgentes.

    Na lista, estão matérias do chamado Plano Mais Brasil, que prevê medidas de controle de despesas e de reequilíbrio fiscal, além da criação de um novo “auxílio emergencial” e as reformas administrativa e tributária.

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