terça-feira, março 2, 2021

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    Novo ‘acordão político’ é articulado no RN com vistas às eleições 2022

    Atual presidente da AL e do fortalecido PSDB no RN, deputado Ezequiel Ferreira é figura principal do 'acordão' que vem por aí.

    Ainda sem o conhecimento da maior parte do povo norte-rio-grandense, na capital do Estado ressurge o espectro do tão afamado, bradado, badalado num passado não muito distante, ‘acordão político’ com vistas ao processo das eleições gerais de 2022, onde serão eleitos o presidente da república, governadores, senadores e deputados estaduais e federais. E esse pacto, por sua vez, é embrionário das hostes da Assembleia Legislativa, onde o atual presidente daquela Casa, Ezequiel Ferreira (PSDB) atua como principal articulador.

    Mirando o Senado, Rogério Marinho avança fortalecido com importante ministério e apoio do Governo Federal. (Foto: Reprodução)

    Nessa conjectura, de acordo com o que se comenta, é objetivo de Ezequiel Ferreira alçar voos mais altos na política. Esteve a falar em disputar o Senado, mas seu desejo se chocou com o igual sonho do Ministro do Desenvolvimento Regional, Rogério Marinho, seu amigo. O parlamento potiguar, por sua vez, se torna pequeno para Ezequiel que já não pode mais ser presidente da AL. E aí numa eventual postulação à Câmara Federal deputado federal, o faria dá de cara com Gustavo Carvalho que já deseja alçar esse voo pelo PSDB.  

    De olho na Câmara Federal, Gustavo Carvalho divide espaço com Ezequiel Ferreira no PSDB e interesses dos dois precisam convergir. (Foto: Reprodução)

    Esse round das articulações, consistiria em se convencer Gustavo Carvalho a desistir da disputa, deixando espaço aberto para Ezequiel que, em troca apoiaria a corrida do colega para voltar ao Palácio José Augusto e, ainda como moeda de troca, receberia a presidência do poder legislativo. O ministro Rogério Marinho, seguiria imexível na sua campanha, que se robusteceria ainda mais no Estado. Conta a seu favor com o apoio da presidência da república momentaneamente, isto é, enquanto estas conversas se desenrolam.

    Mesmo com idade avançada, ex-governador Garibaldi se articula em defesa do espaço do filho Walter e da tradição da família Alves na política potiguar. (Foto: Reprodução)

    E esse beneplácito também envolve a governança estadual. Entraria no jogo o atual prefeito de Natal, Álvaro Dias (PSDB), já tendo seu nome cochichado para ir em busca do cargo e, faltando tão somente ele ser convencido. O MDB dos Alves endossaria apoio, com vistas a ter de volta o comando administrativo da capital a partir de 2023. Há de ser lembrado, que o atual gestor natalense, eleito em 15 de novembro passado, disse querer cumprir os 4 anos e se percebe a olhos nus que ele quer o filho, Adjuto Dias na AL/RN.

    Na realidade uma engrenagem montada por políticos profissionais a passarem quase 24 horas do dia a cuidar desse “trabalho exaustivo”. São maneiras, experiências onde, objetiva-se manter no poder os mesmo nomes, com ressalvas àqueles que por um problema de saúde, com a justiça ou, idade já em estado avançado, se acham impossibilitados de subirem nos palanques, mas não deixam de, no aconchego de seus lares, emitir opiniões e até mesmo participar das articulações indicando nomes de confiança para as disputas.

    ‘Acordão’ de 2014 em torno do nome de Henrique Eduardo Alves não foi referendado pelo povo potiguar nas runas. (Foto: Reprodução)

    Por fim, é dizer que ‘acordões’ como este ora sendo trabalhado, já chegou a ser formado no Estado do Rio Grande do Norte, em épocas não muito remotas. Nada mais do que manobras mirabolantes, elaboradas e, a população deixada de lado. Talvez usada para ‘engolir’ aquilo tudo. A história política potiguar mostra que o resultado foi negativo. A grande maioria eleitoral já desperta para fatos desta natureza, seja ela no âmbito do RN, ou municípios de pequeno, médio ou grande porte. Mossoró viveu isso recentemente e deu errado!

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