quarta-feira, abril 14, 2021

Sem lockdown, chegaremos a 5 mil mortes diárias no fim de abril, diz pesquisador da Fiocruz

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    Álvaro Dias não descarta possibilidade de ser candidato a governador em 2022

    Na capital do Estado, o cardápio do dia é a eleição de 2022. Conversas tem pra todos os gostos. A cada assunto político, uma opinião diferente. Mas o maior ruído é que o prefeito Álvaro Dias (PSDB) não aceitou esse desafio, mas também não descartou. Segundo se comenta, ele está esperando o resultado de algumas pesquisas encomendadas há alguns meses e analisar como anda o cenário. É que, mesmo estando no seu segundo ano de gestão, período em que precisará se afastar do cargo, e as condições forem favoráveis, não deixará o ‘cavalo passar selado’ e será candidato ao governo, enfrentando a governadora Fátima Bezerra, que busca a sua reeleição. No caso de esse panorama se apresentar desfavorável, nem pensaria. E a partir daí a dificuldade em ser encontrado um outro candidato, que serviria apenas para fazer palanque e eleger deputados e senadores da república. Na verdade, o grande objetivo de Álvaro, é levar o filho, Adjuto Dias a ocupar uma cadeira na Assembleia Legislativa do RN e, da mesma forma colocá-lo na presidência da casa. É o xadrez da política.

    Foto: Reprodução

    ROGÉRIO MARINHO

    A corda está bamba pras bandas do Ministério do Desenvolvimento Regional, ora ocupado pelo potiguar Rogério Marinho (PSDB). É que a turma sulista tem pedido a sua cabeça e sem pedir segredo. O ministro, por sua vez, aposta na permanência e em candidatar-se ao senado com apoio do presidente Jair Bolsonaro. Quer para ele, a realização do sonho que era de Ezequiel Ferreira de Souza (PSDB), deputado estadual e presidente da AL/RN.

    EZEQUIEL FERREIRA

    Desistiu desse intento por não acreditar na sua vitória. Daí sairia postulante a uma vaga de deputado federal, apoiando também Rogério Marinho. É um processo de articulação já em estado avançado e que conta com Gustavo Carvalho (PSDB), a continuar como parlamentar estadual e erguido à presidência da AL/RN. Dessa forma as coisas tenderiam a continuar “tudo como dantes no quartel de Abrantes!’

    STYVENSON VALENTIM

    O senador Styvenson Valentim (PODEMOS), até que esteve bem na fita no início de seu mandato. No entanto, andou dando umas derrapadas, conversando o que não devia. Caiu em descompasso. São as coisas da política naquela casa onde ele vai passar 8 anos como representante do RN. Mas não há o que se subestimar, se observarmos nele o comportamento ‘zuadento’. Sempre atento a esburacar caminhos trilhados por outros artífices do ramo.

    FÁTIMA BEZERRA

    Bem avaliada e sem concorrentes à altura com vistas à campanha de 2022. Verdade que o pleito ainda se acha distante e muitos acontecimentos hão de vir. Se faz necessário, por exemplo, que ela reúna seus seguidores e repense o que alguns andam falando, principalmente em Mossoró. A deputada Isolda Dantas andou dizendo que faria oposição ao prefeito Allyson Bezerra. E isto não é nada bom para o projeto político da atual gestora estadual.

    O ALERTA

    A Mossoró, hoje gerida pelo prefeito Allyson Bezerra, poderá se apresentar como “o fiel da balança” nas eleições para Governo do Estado no ano vindouro. É o segundo colégio eleitoral do Estado a se ver embalada por uma campanha política vitoriosa, com compromissos de mudança que, nestes primeiros dois meses do ano tem mostrado resultados positivos. Daí ter cuidado com discursos ‘atropelantes’ e recheados de coisas pequenas. Fica o alerta.

    GARIBALDI ALVES

    Está fora da política. Problemas de saúde o impelem a ficar assistindo na poltrona o desenrolar dos fatos. Por demais notório isso. É visto em eventos mas, como um suporte, um fortalecimento ao filho Walter Alves, ora se acercando ainda mais da condução do seu partido, o MDB, no RN. E pelo passado de militância do ex-governador, ele agrega credibilidade ao jovem parlamentar de terceiro mandato. Há muito o que ensinar.

    ARRANHADOS

    Deixou de ser cordial e, não haverá mais de ser erguida uma paz política entre Walter Alves e os primos Henrique Eduardo Alves (MDB) e Carlos Eduardo Alves (PDT). Na verdade, nunca se bicaram. Talvez não seja nem da simpatia de Garibaldi esse distanciamento e, ele teria se disposto até a sair candidato a uma vaga de estadual como opção de unir o grupo. Não vai poder fazer isso. Governador do RN e senador da república com mais de 1 milhão de votos. Sai de cena.

    HENRIQUE ALVES

    Um nome pouco lembrado nos bastidores da política do Rio Grande do Norte. Ele que tem quase 50 anos, foi deputado federal, presidente da Câmara Federal e até presidente da República, interino, hoje se acha emergido e enfrentando sérios problemas com a justiça. Dificultoso se encontrar o herdeiro político número 1 de Aluízio Alves, que inclusive esteve preso, em algum evento partidário. É mais um que tem final de carreira degradante.

    OFENSIVAS

    Sussurra-se que este seu mergulho é decorrente da dificuldade de diálogo com o primo Walter Alves. Bem verdade que há tempos eles não conseguem andar na mesma embarcação. Há de ser lembrado que nas eleições de 2018, o ex-federal, optou por apoiar a candidatura de Benes Leocádio (REPUBLICANOS) a deputação federal, em detrimento do filho de Garibaldi Alves que, manobrou sabiamente e arrebatou o comando do MDB, a menina dos olhos de Henrique.

    VACINA

    Depois das denúncias escandalosas de que as filas de vacinação contra a COVID-19 estavam sendo ‘furadas’, eis que no estado do Rio Grande do Norte, um novo comportamento estranho é registrado e merecedor que a polícia, o Ministério Público e quem de direito, realizem investigações. Em alguns municípios, doses do imunizante estão sendo dadas por perdidos e a causa seria quedas no fornecimento de energia elétrica. Tem de tudo!

    NINA SOUZA

    Foto: Reprodução

    Vereadora dos quadros do PDT de Natal, tem tentado a todo custo tumultuar a eleição para presidente da Federação das Câmaras Municipais do RN (FECAM/RN). Demonstrou isso claramente na sexta-feira, 26, quando se tentou a realização do pleito. Não tem vínculo nenhum com a entidade por que não preside parlamento municipal. Sem direito a voto, seu lugar é na Câmara de Natal, onde foi outorgada com um mandato. Observado por muitos, a vereadora quis mesmo foi aparecer. Ela vem a ser esposa de Paulinho Freire, candidato a presidente da entidade. Tumultuou sim o processo, e chegou a ser repudiada até por colegas de legislatura a se encontrarem no local como meros espectadores. Nina Souza, segundo comentários, com o que protagonizou, prestou sim um relevante desserviço aos vereadores de todo o Rio Grande do Norte, através de seus presidentes de câmaras, principalmente os do interior do Estado que estavam ali em busca de melhorias, mais união e progresso para todos. Profundamente repugnante o comportamento. Que da próxima vez, haja mais respeito com todos.

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