quarta-feira, abril 14, 2021

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    Sem opção, oposição poderá convencer José Agripino a ser candidato ao governo do RN

    O ex-prefeito de Natal, ex-governador e senador José Agripino Maia (DEM), tem sido alvo de muito assédio dos que formam a oposição ao Governo Fátima Bezerra (PT). É convidado a sair candidato ao Governo do Estado nas eleições de 2022. Totalmente fragmentada, a ala que faz campanha contra a professora/governadora se volta a perceber que o tempo voa quando se refere à política e, enquanto a mandatária potiguar caminha a passos largos para a sua reeleição, não aparece ninguém a concorrer com ela. Estão, então, a precisar que Agripino se submeta a este sacrifício. É urgente o anúncio de um nome a subir no palanque e, se for o caso, fazer esteira para candidatos ao Senado Federal, Câmara Federal e Assembleia Legislativa. O veterano político, herdeiro principal da oligarquia Maia no RN, ainda não se posicionou a respeito. É recente a última derrota política imposta a ele pelas urnas, quando tentou se eleger a federal no pleito de 2018. Tencionava ocupar a vaga do filho, Felipe Maia, que inclusive desistiu daquela disputa. 

    Foto: Reprodução/Arquivo pessoal

    ELIÉSER GIRÃO

    Mais parece uma piada. No entanto, temos de escutar, ler e respeitar a opinião de cada um. Alguém da mídia hoje a dizer que o deputado federal Eliéser Girão (PSL) será candidato a governador do RN nas eleições de 2022 com aval do presidente da República, Jair Messias Bolsonaro. Pode até ser. É direito de qualquer um. Mas seria apenas uma forma do parlamentar federal se despedir da cena política potiguar, haja vista a dificuldade de se reeleger à Câmara.

    ELIÉSER GIRÃO II 

    Elegeu-se deputado federal, ao “montar num cavalo que passava selado”, como diz a gíria popular. Foi um dos que embarcou na ‘onda Bolsonaro’, coisa raríssima de voltar a acontecer. Por outro lado, iria colaborar, sobremaneira, em aumentar ainda mais a rachadura do sistema oposicionista no Rio Grande do Norte. São muitas as pessoas que se acham ressentidas, tanto com José Agripino, quanto com Jair Bolsonaro. Esperar pra ver.

    ANTÔNIO JÁCOME

    Vem sendo convocado por alguns grupos de amigos, a fazer parte da confraria política do RN, da qual se via afastado desde as eleições de 2018, quando tentou, sem sucesso, ser senador da república. Representa um segmento forte, o dos evangélicos. Já foi vereador, deputado estadual, federal e vice-governador do Estado. Tem respondido que não descarta essa possibilidade. É homem público, político e grande profissional da área médica.

    JACÓ JÁCOME

    Do PSD, vem a ser filho de Antônio Jácome e deve ocupar uma vaga na Assembléia Legislativa do RN em breve. A volta do pai, poderá criar novo cenário, pois, comentários dão conta que ele repensava a possibilidade de candidatar-se novamente ao parlamento estadual. Tem muita credibilidade perante o povo norte-rio-grandense e, os dias ou meses vindouros são de muitas conversas, acordos. Na política, se pode de tudo. Ela é dinâmica.

    BOA SINTONIA

     Mesmo em meio às muitas dificuldades enfrentadas, o presidente da Câmara Municipal de Mossoró (CMM), vereador Lawrence Amorim (SD), tem mantido excelente concordância com todos os seus companheiros de parlamento. Tratamento igualitário, sem olhar a cor partidária. Trabalha com transparência e reciprocidade por parte de seus pares. Há muito que não se observava no legislativo mossoroense, situação tão harmoniosa. Muito bom isso.  

    SANDRO PIMENTEL

    Parece que agora chega ao fim a celeuma. Desde que assumiu vaga na Assembléia Legislativa do RN (AL/RN), o deputado Sandro Pimentel (PSOL) , tem travado uma verdadeira batalha judicial e, deverá sair do plenário do Palácio José Augusto, deixando vaga para Jacob Jácome (PSD). E aí muda tudo muda novamente. O PSOL tinha em Sandro Pimentel a única representação no legislativo estadual. Vamos aguardar o desfecho final.

    BETO ROSADO

    Observando aqui a matéria que fala sobre o mandato de Sandro Pimentel, me vem à lembrança da batalha entre Beto Rosado (PP) e o secretário de estado Fernando Mineiro (PT), na justiça. Este último tenta o direito de assumir a sua vaga de deputado na Câmara Federal. Não tem sido fácil e este processo já envereda pelo seu terceiro ano. Um cidadão, o ‘Kerinho’, ninguém sabe como mas, tem a seu favor grandes escritórios de advocacia lhe defendendo no caso.

    ‘KERINHO’

    Candidato a deputado federal pela mesma coligação de Beto Rosado, seus votos foram contabilizados em favor do ora parlamentar. A confusão se dá porque os sufrágios estão sendo questionados se são válidos ou não. Tem levado vantagem a primeira tese e o deputado mossoroense vem se mantendo no cargo. O representante petista, recentemente, chegou a ser diplomado, mas de última hora impedido de assumir.

    CARLOS EDUARDO

    Começa a se mexer rumo ao processo sucessório de 2022. Parece que não está conseguindo convencer o prefeito Álvaro Dias (PSDB) a sair candidato a governador e articula-se. Não é de seu esquecimento a disputa vergonhosa para o Governo do Estado em 2018. Saiu de uma reeleição garantida em primeiro turno para o executivo natalense e, ousando voar mais alto, precipitou-se. Sofreu uma fragorosa derrota para Fátima Bezerra (PT).

    CARLOS EDUARDO II

    Naquele pleito, o de 2018, Carlos Eduardo Alves (PDT) tinha como companheiro de chapa o empresário Kadu Ciarlini, filho do casal Carlos Augusto/Rosalba Ciarlini e, ela então prefeita de Mossoró. Não emplacou na política. E agora, o ex-prefeito da capital se movimenta na tentativa de capitalizar apoios para disputar a única vaga que haverá no RN em 2022 para o Senado. É o tabuleiro do xadrez político com suas peças em movimento.  

    WALTER ALVES

    Foto: Reprodução/Arquivo pessoal

    Terá uma campanha muito difícil na tentativa de retornar à Câmara Federal em 2023. Pois ao arrebatar o comando do MDB, das mãos seu primo Henrique Eduardo Alves, a contra gosto, deixou de ter vida fácil na política do RN. Para isto, basta ver que o ex-dirigente da agremiação partidária, herdeiro da liderança deixada pelo pai, Aluízio Alves, na eleição passada, apadrinhou a campanha de Benes Leocádio (Republicanos), ex-prefeito de Lajes, e o viu eleito como o mais votado dos oito deputados potiguares. Ainda muito recente sua perda de mandato, não se entendia com o ‘Waltinho’. Ainda houve tentativa de acobertar isso, mas não deu. Tornou-se exposto ao público. E, percebendo as coisas piorando, o filho de Garibaldi Alves, estava a tentar uma parceria com o presidente da Assembleia Legislativa, Ezequiel Ferreira (PSDB) em algumas regiões do Estado. E aí volta tudo ao marco zero. O parlamentar estadual, também pensa em chegar ao Planalto Central. E os dois passam à condição de adversários políticos. A Lei da Física é clara, ao dizer que “Dois corpos não ocupam o mesmo espaço e ao mesmo tempo”.

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