segunda-feira, maio 17, 2021

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    Sem mostrar aspiração, Fábio Dantas aparece em pesquisa para o governo do RN

    Advogado, ex-deputado, ex-vice-governador e líder político na região da Grande Natal. Bem articulado. A sua esposa, Cristiane Dantas (SD), ocupa uma cadeira na Assembleia Legislativa do RN pela segunda vez consecutiva. O pai, Arlindo Dantas, ex-prefeito de São José de Mipibu, homem público de boa conversa e sempre bem antenado com o que acontece a nível de Estado. Daí que o ex-gestor potiguar – entre os anos de 2015 e 2018-, teve seu nome entre os três mais citados à concorrer a uma cabeça de chapa com vistas ao processo eleitoral de 2022. Sempre tem dito a amigos merecedores de sua conversa e confiança, não ter isso em seus planos. Mas o político sempre está ao dispor dos que fazem grupos e é de se acreditar que, nesta hora elaborado o projeto , o profissional do Direito não deixa de ser um designativo com chances de vitória. E aquela máxima popular: “Se o cavalo passar selado…”. Tenho certeza que não hesitará em montar. Tem preparo, conhecimento. Disposição, além de muito jovem. É ir à luta. Aguardar pesquisas. Muitas virão.

    Ex-vice-governador Fábio Dantas (Foto: Reprodução)

    GOVERNO DO ESTADO

    Um cenário que a bem pouco tempo parecia resolvido, de repente passa por brusca mudança. Em recente sondagem, pesquisa divulgada, de certa forma para uso interno, é perceptível uma certa indefinição nos quadros. Gestão em desgaste e a governadora Fátima Bezerra abre precedente enorme com vistas às eleições de 2022. Lidera mas não com tanta facilidade e, pode ser alcançada por uma outra candidatura, desde que bem trabalhada.

    DESGASTE

    Vem sofrendo muito com isto. Poderá sim, reerguer-se até o decorrer do próximo pleito mas, também não se acha da mira de amargar algo pior. Quando se achava que ela estava em dianteira, eis que atravessam a pista, quase na linha de chegada, os nomes de Styvenson Valentim e Fábia Dantas. Nomes oriundos da vontade popular. Mas, o momento presente ainda é de muito burburinho, análises momentâneas. Nada acertado.

    STYVENSON VALENTIM 

     Entrou bem na pista. E ainda nas primeiras curvas da estrada, derrapou. Algumas ações comportamentais o fizeram ir para o acostamento. Pode não se preocupar, mas esteve no topo da fila. Tratou mal alguns seguidores, líderes municipais, esnobou colegas de parlamento. Lhe falta habilidade para a política que é uma arte. Vinha a ser nome forte. Agora, cai na irreversibilidade. A ponto de, se não mudar sua postura é levado ao esquecimento

    FÁTIMA BEZERRA

    Tem alguns agravantes, tais como ser esquerdista e daí a dificuldade de juntar outros agrupamentos. Militância forte, não resta dúvida. Mas, política é a arte de somar. Desgaste adquirido em meio aos desajustes de alguns secretários, por exemplo o da saúde, Cipriano Maia. Pelo gosto dele, o povo do RN já tinha morrido quase tudo. E é assim. Por outro lado, seus adversários arregimentam-se. Sua reeleição se acha ameaçada.

    LAWRENCE AMORIM

     Vereador de primeiro mandato e presidente da Câmara Municipal de Mossoró (CMM), é citado em inquirições, para a disputa de uma vaga à Câmara dos Deputados. Na eleição passada, candidatou-se e teve boa votação. Hoje é primeiro suplente pelo Solidariedade. À época, chegou a surpreender, principalmente em Mossoró pois, todas as apostas eram feitas em Beto Rosado, apoiado pelo Governo Municipal e se saiu fracassado.

    BETO ROSADO

    Tinha a máquina administrativa municipal a seu favor. Obteve pouco mais de 16 mil votos. Já Lawrence Amorim, apoiado por amigos, superou os 10 mil sufrágios e, portanto, marcou ponto. Elegeu-se parlamentar municipal em 2020 e é carta na manga dos que fazem o SD com vistas ao tabuleiro sucessório de 2022. É bem visto por todos, segundo pesquisas de opinião. Daí que restam agora as definições partidárias. Político tem que ser de grupo.

    COMEÇA O JOGO

    Divulgação de pesquisas é claro sinal disso no que tange à política. Em Natal, aponta o prefeito Álvaro Dias como forte ao Governo. É carta fora do baralho. Tem potencial, mas não vai abandonar um poder daquele tamanho para ir em busca de gerir um Estado à beira da falência. E isto, a nível de RN, se dá por plena falta de compromisso, responsabilidade. Daí que vamos torcer daqui na esperança do aparecimento de alguém com sapiência, para o cargo.  

    ROGÉRIO MARINHO

    Também lembrado na consulta. Mas de forma bem acanhada. Tem certa robustez política. É ministro da república e goza de simpatia do presidente Jair Bolsonaro. Já por parte do povo, não o enxerga governador a partir de 2023. Do conhecimento de muitos, nesta época pré eleitoral, ele tem intenções de lutar por uma vaga no Senado Federal. Neste quesito, empata com seus pseudo concorrentes. Não orgulham seus conterrâneos. Lamentável.

    JEAN PAUL

    Preparado, ninguém duvida. Mas têm sobre seus ombros, a imperfeição de não ser norte-rio-grandense. Tem tentado se mostrar ao povo, mas suas pretensões, no momento, são barradas pela pandemia. Se buscar as redes sociais, a imensa maioria dos eleitores não têm acesso a este equipamento. Desta forma, tudo desnorteia seu caminhar de volta à Câmara Alta ou ao Senado Federal. Vamos convir então com uma nomenclatura a surgir de Mossoró.  

    KELPS LIMA

    Também  aparece na corrida para a Câmara Federal. Tem o semblante do Solidariedade. É candidato sim, pelo partido que mais cresce a nível de Rio Grande do Norte. Colaborou e muito na eleição de Allyson Bezerra a prefeito de Mossoró. E o gestor municipal se configura como ‘fiel da balança’ em qualquer que seja a discussão, o debate em torno das eleições agendadas para 2022. Um time se formará e sairá vencedor.

    HENRIQUE ALVES

    Henrique Eduardo Alves (Foto ;Reprodução/TN)

    Deputado Federal por 11 mandatos. Foi presidente da câmara baixa, presidente da República Federativa do Brasil interinamente. Sem mandato desde 2014, o maior herdeiro político de Aluízio Alves, vem demonstrando ainda liderar grupos a nível de RN. Se vê em meio a grandes problemas com a saúde, a justiça. Perdeu o comando do partido tão bem cuidado por seu pai, desde sua criação, o Movimento Democrático Brasileiro (MDB), para o primo Walter Alves, que o pegou numa espécie de arrebate. Mas, chega a ser lembrado e, como tudo é possível, ele tem chances de voltar aos palanques para pedir apoio popular ao seu retorno a Brasília. Nos intramuros da política, se fala que não está de todo quieto. Caso isto se cumpra na realidade, teria que se hospedar em uma outra legenda, haja vista a emedebista não lhe caber mais. O Patriotas, comandado no Estado pelo deputado federal Benes Leocádio – que o teve como cabo eleitoral em 2018 -, provavelmente seria a nova casa do ex-parlamentar. Dizer que ele é de uma grande oratória, articulador e conhece muito bem os corredores do Congresso, ruas e avenidas da capital do Brasil.

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