quarta-feira, setembro 22, 2021

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    Afinidade entre o prefeito Allyson Bezerra e o presidente da Câmara Lawrence Amorim tira o sono dos que fazem oposição em Mossoró

    Está acontecendo na segunda maior cidade do Rio Grande do Norte, a capital do oeste. Esta dupla que desde 2018 decidiram fazer história na política local, quando de início eram tidos como ‘dois doidos’, que não conheciam Mossoró. Um era chamado de “Pobrezinho’ e nunca iria vencer, pois o seu poder aquisitivo não permitia, no caso o hoje prefeito Allyson Bezerra. E o outro, porque não era da cidade. Que esta dupla não passaria do Rio Angicos. Nos dias de hoje, outra realidade, a desmascarar os oposicionistas. O ‘pobrezinho’ é prefeito, já avaliado como o maior da história mossoroense, pelo desempenho mostrado nestes 7 primeiros meses de mandato; e Lawrence eleito vereador, com o inédito, isto é, edil de primeiro mandato, conduzido ao comando do legislativo municipal, à unanimidade de seus pares para o biênio 2021/2022, em seguida reeleito com 21 dos 23 votos da casa, para o período 2023/2024. Estas acontecências estão causando enxaquecas constantes naqueles que entendiam no dinheiro como a solução para tudo. Eles podem até ter alto padrão monetário mas, o difícil é retornar ao poder.

    Foto: Reprodução

    ALLYSON ESTADUAL

    Sobre o hoje prefeito Allyson Bezerra, o ‘menino pobre’, como era chamado e continua, procurou fazer por onde vencer na vida. Estudou, foi aprovado em concurso público federal e sem nunca se distanciar de suas raízes, da família e região onde nasceu e cresceu. Determinou-se a entrar na política partidária e em 2018 colocou seu nome à aprovação do povo para uma vaga de deputado estadual. Enquanto poderosos diziam não ter ele 5 mil votos, quadruplicou.  

    ALLYSON ESTADUAL II

    Sufragou-se com mais de 20 mil votos como legítimo representante de Mossoró e região na Assembléia Legislativa do RN. Aniquilou, calou a boca dos muitos que diziam, sua candidatura não incomodava ninguém. Empossado no Palácio José Augusto, durante dois anos, realizou trabalho, chegando a ser reconhecido como um dos mais atuantes no plenário daquela casa. São histórias de vida de quem hoje conduz os destinos da nossa bravia Mossoró.

    LAWRENCE FEDERAL

    Outro jovem que não sentiu-se ofendido ao ser chamado de maluco; que não tinha condições de disputar uma vaga a deputado federal. Isto devido ao fato de ele, por ter sido gestor de um município de pequeno porte – Almino Afonso -, não angariava votos suficientes a elegê-lo. Mas o trabalho que fez como gestor, ganhou relevância em toda a região oeste e Mossoró idem, a lhe dedicar mais de 10 mil votos. É atualmente 1º suplente do Solidariedade.  

    PREOCUPAÇÃO

    Nos intramuros oposicionistas, daqueles que mandaram e desmandaram no município durante 7 décadas, a angústia é das maiores. Tripudiaram no poder, e determinados grupos até se dividiram, mesmo assim se mantendo fortes, com mandato em todas as esferas. Talvez por não acreditarem que a terra é redonda, agora percebem o quanto erraram. Uniram-se, se desuniram novamente e são parcas as condições de eleição de algum deles. Amargo fim.

    MANDATO DE ALLYSON

    O ‘menino pobre’ do Sítio Chafariz, realçou como parlamentar norte-rio-grandense e, sabiamente, voltou-se para a sua cidade. Colocou seu nome à disposição dos mossoroenses, na corrida a prefeito. Novamente tentaram escorraça-lo. Dizendo que era um ‘pirado‘, e etc. Não baixou a cabeça, o povo acreditou nas suas propostas, o colocou no poder e hoje colhem bons resultados. É a maior gestão das últimas décadas. Todos vêem.

    LAWRENCE AMORIM

    Fez dobradinha com Allyson. Não pararam de trabalhar. Seguraram a peteca e não a deixaram cair. Filiados ao Partido Solidariedade – Lawrence à época presidente regional e Allyson, municipal-, montaram nominata, uma das mais organizadas para o pleito e, na 25ª hora, a chegada do filho de um padeiro. Chapa fechada e o resultado não poderia ser melhor. Mossoró assiste, participa da gestão, da zona urbana à rural. Tudo bem planejado.

    PRÉ-CAMPANHA

    Ficou marcada na história política de Mossoró a de 2020. Allyson e Lawrence, com nominata construída, saíram às ruas mas, adotando todos os cuidados em manter uma campanha de alto nível, competitiva tanto a cargo majoritário como proporcional. O poder septuagenário, a debochar, cooptar apoiadores para tentar denegrir a história destes dois rapazes. E aí no dia 15 de novembro, o desmonte dos que sempre desmontaram Mossoró.

    CONVENÇÃO

    Tudo pronto e chega o grande dia, o da convenção partidária. Momentos de profunda emoção e Allyson Bezerra quebra mais um tabu. Tira este evento do local até então tido como tradicional sua realização, por exemplo a CMM e a levou a uma escola do sítio Chafariz, seu torrão natal. Apesar de espaçoso o local, tornou-se pequeno para tantas pessoas, maioria residente no campo, participar do importante acontecimento.

    CAMPANHA NAS RUAS

    A largada, lembro como se fosse hoje, no bairro Santo Antônio, onde um paredão de som, com as músicas de Allyson prefeito, na voz ecoante de Nilson Viana, tomou conta da cidade. Começava a caminhada rumo ao Palácio da Resistência, sede do Governo Municipal de Mossoró. Incansável, o jovem candidato nas ruas de manhã à tarde e à noite, no difundir de sua propostas, todas a incorrer numa Mossoró melhor para todos. Foi ouvido, entendido.

    A MAIORIA

    E nesta marcha, o Partido Solidariedade elegeu 4 vereadores, dos 23 a tomarem assento Ana CMM. Tornou-se assim a maior bancada. A se perceber a renovação de nomes naquele poder legislativo. Foram 17, algo novo na história daquela Casa do Povo. E os que se achavam invencíveis, donos do dinheiro, boquiabertos com a hecatombe que sofreram. Quem achava ser o dono de Mossoró, ‘engole em seco’, como diz a sabedoria popular.  

    ALLYSON E FERNANDINHO

    Foto: Reprodução

    Foram 45 dias de campanha, de muitas caminhadas, conversas e reuniões. De candidatos assediados por que estavam em determinada coligação e na busca por resolver acertos financeiros. E o menino Allyson, agora prefeito, ao lado do vice Fernandinho e junto a Lawrence e demais postulantes a cargos eletivos a travar uma verdadeira guerra. Onde o vereador Raério Araújo, era o único com mandato naquela legislatura. E decidiu apostar em Allyson e Fernandinho. Foi um processo difícil mas, bem trabalhado e, cada erro da candidata favorita, na época, era de suma importância. Tudo medido acerca do que se poderia fazer para ocupar cada vez mais espaço. E tudo traçado, depois colocado em prática, deu-se em algo nunca visto nesta cidade nos últimos 70 anos. O desmonte de um poder que se achava enraizado. São muitas as passagens e seria preciso escrever um volumoso livro para contar tudo. De mais importante é que justamente às 23hs do dia 15 de novembro de 2020, o povo de Mossoró, em sua grande maioria, passava a conviver com a esperança de uma nova cidade, mais livre, democrática. É realidade.

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