sexta-feira, janeiro 21, 2022

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    Economia prateada: como a geração 60+ impulsiona o empreendedorismo

    Empreender está cada vez mais comum entre as pessoas de 60 anos ou mais e a geração atua em setores que fogem do clichê.

    A expectativa de vida do brasileiro aumenta a cada ano e o tempo dedicado ao trabalho também. A geração com 60 anos ou mais movimenta as estatísticas relacionadas a emprego e, consequentemente, à economia, atuando em áreas que surpreendem, incluindo forte presença no empreendedorismo, de acordo com a Bluefields, aceleradora de startups.

    Segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a expectativa de vida do brasileiro subiu dois meses e 26 dias em 2020, passando de 76,6 anos em 2019 para 76,8 anos. Com isso, é possível relacionar o aumento da expectativa de vida ao crescimento da inserção dessas pessoas no mercado de trabalho. 

    Um mapeamento do SEBRAE aponta que mais de 650 mil idosos atuam como empreendedores e cerca de 3,1% das pessoas que empreendem no Brasil têm mais de 60 anos. “As pessoas estão envelhecendo melhor e se aposentando mais tarde também e, consequentemente, usufruindo das inovações. É importante que as empresas pensem nessas pessoas, mas mais importante ainda são essas pessoas se envolverem na sociedade desenvolvendo empreendimentos”, afirma Paulo Humaitá, CEO da Bluefields.  

    Além de estarem por trás de empresas, o poder de compra dos seniores deve superar os R$30 trilhões no mundo, de acordo com a pesquisa Consumer Generations. O envelhecimento tem impulsionado a chamada “economia prateada” que movimenta, globalmente, cerca de R$26,70 trilhões anuais. 

    Com a ampliação dos seniores no mercado de trabalho, várias opções de negócios surgem fugindo dos clichês. Muito além de saúde e seguros, a pesquisa “Tsunami Prateado” da Pipe.Social e Hype60+ mostra que setores como alimentação, vaidade e tecnologia estão surgindo entre pessoas dessa geração. “É um erro pensarmos que pessoas com 60 anos ou mais não busquem outros tipos de serviços além de saúde, por exemplo. Precisamos começar a enxergar essa parcela da sociedade como pessoas inovadoras e que podem estar presentes em qualquer tipo de negócio, inclusive startups”, avalia Humaitá. 

    Além das opções de negócios que a geração 60+ já atua, as startups do meio biodigital podem ser ótimas alternativas. As startups biodigitais são o conjunto de empresas que atuam no setor da alimentação, saúde e agronegócio. “As startups biodigitais estão crescendo bastante no país e seria interessante vermos cada vez mais seniores nessas áreas específicas da economia brasileira”, finaliza Paulo. 

    Sobre a Bluefields 

    Desde 2016 a Bluefields impulsiona startups ao oferecer soluções para as diferentes etapas da jornada: validação, aceleração de startups e inovação corporativa, especialmente nos setores da Convergência Biodigital (agronegócio, saúde e alimentos), Nanotecnologia e Educação. Com cerca de 200 startups aceleradas, possui programas como o Sparks para empreendedores iniciantes, e o Biodigital Startups, para empresas dos setores de agro, alimentos e saúde que desejam fazer inovação aberta com startups. Ao acelerar, a Bluefields cumpre a missão de transformar vidas através do empreendedorismo, porque afinal, as startups de hoje são as grandes corporações do amanhã. 

    Saiba mais em: https://www.bluefieldsdev.com/ 

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